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Doença crônica: absorva o impacto da notícia e aprenda a viver com ela
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Às vezes, o diagnóstico também demora: são exames de sangue e de imagem e até biopsias, aumentando o estresse. Posso falar de cadeira, porque fui diagnosticada com tireoidite de Hashimoto antes dos 50. Num primeiro momento, é difícil ter a dimensão das alterações que ocorrerão em sua vida. Na verdade, essa é uma zona de fog entre médico e paciente, na qual parece que um se perde do outro. Afinal, além da medicação para controlar a doença, o que mais deverá ser feito? Como lidar com os efeitos colaterais da medicação? Que impacto haverá nos campos pessoal e profissional? Qual será o plano de voo daqui para a frente?
Doença crônica: estima-se que quase metade da população brasileira conviva com esse tipo de enfermidade — Foto: https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Senior_citizens#/media/File:Samedic2.jpg
No consultório, pouco se discute sobre a parte mental, embora a relação entre doenças crônicas e depressão seja uma realidade, como já foi demonstrado em estudo da Organização Mundial da Saúde. O relacionamento com amigos e parentes também pode mudar. Você poderá passar a ter restrições de dieta, ser proibido de beber álcool, e, dependendo da enfermidade, enfrentará limitações físicas. Há ainda a possibilidade de o trabalho ser impactado, planos serem adiados ou descartados – mesmo que o caso não seja grave, terá que trabalhar um novo conceito de “normalidade”, e isso envolve um luto, a perda de uma condição anterior na qual essa preocupação não existia. Há uma boa chance de que vá precisar de algum tipo de apoio psicológico, e não apenas de um cardiologista ou endocrinologista.
Você terá que se “educar” no sentido de se adaptar aos novos parâmetros de sua vida. O que inclui educar quem está ao seu redor. Não caia na armadilha de guardar para si o peso de administrar de uma doença crônica, nem a deixe restrita ao consultório médico. Ao agir assim, escondendo o que tem, aumenta o risco de descumprir as recomendações médicas e de surgirem complicações. Nos EUA, o Chronic Disease Self-Management Education é um programa cujo objetivo é educar o paciente de forma que ele aprenda a controlar a enfermidade, tanto que o lema do serviço é: “aprenda mais e sinta-se melhor”. O treinamento é de duas horas e meia por semana, durante seis semanas, e inclui sessões sobre como lidar com os sintomas e sentimentos negativos como frustração, cansaço e dor; exercícios apropriados para ter mais resistência; orientação sobre o uso correto dos medicamentos; comunicação eficiente com a família, os amigos e profissionais de saúde; controle do estresse e da depressão. A gente merecia algo assim.
Estudo do Ministério da Saúde apontou que em seis anos, índice caiu 11% nos óbitos por Acidente Vascular Cerebral e 6,2% por doenças cardíacas, nas mulheres entre 30 e 69 anos Entre 2010 e 2016, as taxas de mortalidade por Acidente Vascular Cerebral (AVC) e Doenças Cardíacas Isquêmicas, em mulheres, com idades entre 30 a 69 anos, caíram em 11% e 6,2%, respectivamente. A constatação é do estudo Saúde Brasil 2018, realizado pelo Ministério da Saúde e divulgado nesta sexta-feira (08/03), em alusão ao Dia Internacional da Mulher. No mesmo período, o índice para AVC caiu de 39,5 para 35,2 óbitos por 100 mil habitantes do sexo feminino. Já as Doenças Cardíacas apresentaram queda de 55 para 51,6 óbitos por 100 mil. Para o cálculo destes números, o estudo Saúde Brasil utilizou as populações publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e para a taxa padronizada, o Censo Brasileiro de 2010. O registro da redução de óbitos nas duas Doenças Crônicas Não...
A infecção por de um paciente europeu se tornou "indetectável" após um transplante de células-tronco. O caso, relatado na revista científica 'Nature', é apenas o segundo já registrado no mundo. O paciente já não tem sinal do vírus há 18 meses e, inclusive, deixou de tomar medicamentos contra a infecção. Porém, os pesquisadores dizem que ainda é muito cedo para dizer que a pessoa está "curada" do HIV. O motivo primário do tratamento não foi o vírus, mas um câncer. Por isso, médicos explicam que esse tratamento não é adequado para tratar a maioria das pessoas com HIV. Por outro lado, pode ajudar a ciência a encontrar um caminho para a cura. O paciente é um homem que vive em Londres - seu nome não foi divulgado. Foi diagnosticado com HIV em 2003 e com linfoma de Hodgkin - um tipo de câncer - em 2012. Como parte do tratamento contra o câncer, fez quimioterapia e recebeu um transplante de células tronco de um doador que era resistente ao HIV. Ass...
As dores no ombro incomodam uma boa parte da popula çã o, pois é uma articula çã o muito utilizada e acaba sendo sobrecarregada nas atividades di á ria. Essas dores normalmente s ã o causadas por algumas les õ es musculares, nos tend õ es, na pr ó pria articula çã o ou at é mesmo na bursa (bursite). As dores nos ombros podem ser originadas por um trauma ou at é mesmo por n ã o movimentar, causados por doen ç as neurol ó gicas. A acupuntura atua com muito sucesso nessa patologia, diminuindo significamente o dor e at é mesmo melhorando a amplitude de movimento, podendo ser tratado de forma sist ê mica, com microsistemas ou acupuntura auricular que pode ser utilizada nos pacientes com fobia de agulha ou at é mesmo como complemento terap ê utico. Os pontos utilizados para o tratamento na acupuntura podem ser: IG15, IG11,IG4, TA14, VB34 e para analgesia é muito utilizado uma transfixa çã o do E38 para o B57. A acupuntura possui uma t é cnica muito eficiente, chamada de t é cnica de tr...
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